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Lançado em 1985 pela Capcom, tinha um objetivo simples: o jogador era o piloto de um bimotor, provavelmente das forças aliadas, determinado a derrotar a quase invencível (e numerosa) esquadrilha japonesa. O que estava disponível como recurso único da aeronave (além do tiro comum) era o famoso looping, no qual evitavam-se os tiros e colisões com os adversários. Mesmo assim, tal manobra só podia ser executada três vezes a cada vida.
Lançado em 1985 pela Capcom, tinha um objetivo simples: o jogador era o piloto de um bimotor, provavelmente das forças aliadas, determinado a derrotar a quase invencível (e numerosa) esquadrilha japonesa. O que estava disponível como recurso único da aeronave (além do tiro comum) era o famoso looping, no qual evitavam-se os tiros e colisões com os adversários. Mesmo assim, tal manobra só podia ser executada três vezes a cada vida.
O jogo com 32 estágios, contados de trás para frente, à medida que o jogador avançava. Normalmente, os estágios resumiam-se em esquivar dos aviões inimigos e de seus tiros (sempre mais lentos que os do protagonista...), apertando várias e várias e várias vezes o botão de tiro para limpar o caminho. Uma ou duas vezes por estágio, uma esquadrilha em formação ensaiada de aviõezinhos vermelhos liberava um power-up (POW), se derrotada. Tal item concedia um dos cinco bônus: destruir todos os inimigos da tela (incomum), mais uma carga de looping, uma vida extra (raro), uma melhoria no tiro básico ou uma dupla de pequenos aviões auxiliares, que acompanhavam o bimotor lado a lado. É evidente que os pequenos aviões eram valiosíssimos aliados no combate, posto que muitas vezes o tiro comum não dava conta de tantos inimigos na tela (que também faziam loopings desgraçados capazes de confundir o jogador durante as manobras e fazê-lo entrar numa colisão mortal). Após gastar um tempo detonando uma chuva de inimigos, o bimotor alcança o imponente porta-aviões americano e realiza o refrescante pouso para o Happy Hour. Neste ponto, a precisão dos tiros do jogador era calculada, pontos eram concedidos de acordo com o desempenho e, tão logo quanto chegou, decolava o heróico avião aliado para o próximo combate.
Como bônus adicional, o jogador ganhava uma vida a cada 80.000 pontos. O que era meio chato de conseguir, levando em conta que todo aquele enxame de aviões pequenos valia 50, os médios 100, os maiores 150... e alguns mini-chefes de até 2.000. Os chefões valiam generosos 20.000 pontos.
O desafio (que nem era tão difícil) apresentava-se interessante para um jogo tão simples. Talvez fosse por isso que eu jogava tanto (fora o motivo de ser um dos únicos três cartuchos que eu tinha). O que realmente irritava em 1942 era um maldito PIPIPI produzido como trilha sonora do jogo. Parecia um Código Morse, mas onipresente e repetitivo, como se fosse um disco arranhado. Ouvir aquela sinfonia retardada dava nos nervos, o que resolvi simplesmente abaixando o volume da TV. As poucas músicas incluídas não eram boas, como o aviso de fim de estágio e do Game Over. Funcionavam mais como uma marcação de evento bastante rudimentar.
O desafio (que nem era tão difícil) apresentava-se interessante para um jogo tão simples. Talvez fosse por isso que eu jogava tanto (fora o motivo de ser um dos únicos três cartuchos que eu tinha). O que realmente irritava em 1942 era um maldito PIPIPI produzido como trilha sonora do jogo. Parecia um Código Morse, mas onipresente e repetitivo, como se fosse um disco arranhado. Ouvir aquela sinfonia retardada dava nos nervos, o que resolvi simplesmente abaixando o volume da TV. As poucas músicas incluídas não eram boas, como o aviso de fim de estágio e do Game Over. Funcionavam mais como uma marcação de evento bastante rudimentar.